Quando fazemos exercício, devemos analisar o peso perdido a médio e longo prazo para saber a efetividade do mesmo e não somente calcular a gordura perdida durante o tempo de exercício.
No fundo ninguém se importa com a quantidade de gordura que perdemos durante uma hora de exercício mas sim quanto perderemos ao fim de uma semana, um mês ou um ano de exercício físico regular. Se partimos dessa premissa, onde ampliamos o horizonte temporal, observamos que não somente cai por terra este mito mas muitos outros que têm tido protagonismo nos últimos tempos.
Esta teoria baseia-se na evidência mais que demonstrada que o consumo de hidratos de carbono antes do exercício de baixa intensidade em pessoas destreinadas reduz a entrada de ácidos gordos da longa cadeia na mitocôndria celular, diminuindo o consumo de gordura durante o exercício.
Esta evidência, não obstante, perde o seu significado e utilidade quando analisamos um marco temporal superior à duração da própria atividade física que é como devemos fazer.
Qual a finalidade de durante o exercício, num determinado sistema de treino, se consuma 20% menos de gordura se durante as horas seguintes se vá consumir 40% mais?
Finalmente, se analisarmos o efeito térmico do treino, ou seja, a capacidade de consumir energia, observamos que tanto durante o treino como horas depois, é mais elevado quando o alimento é ingerido antes da atividade física, independentemente da intensidade a que o treino é realizado. Também se aplica em exercícios para perder peso ou gordura corporal assim como para ganhar massa muscular.
Já tinha ouvido isto alguma vez? Colocou em prática? É bastante importante alimentar o seu corpo corretamente e hidratar-se bem antes, antes, durante e após o exercício.
]]>
Em termos nutricionais, enumero algumas das principais vantagens e desvantagens:
Vantagens:
– baixo valor calórico (149kcal/100g)
Nota: um ovo da classe M tem cerca de 53-63g
– isento de hidratos de carbono
– rico em proteína de elevada qualidade (13g/100g)
Nota: 50g de claras de ovo contêm 1300mg de leucina, um aminoácido que contribui para o aumento da massa muscular
– rico em vitaminas como A, D, E, K e B12
– rico em minerais como ferro, fósforo, cálcio, iodo, cobre, zinco, enxofre e magnésio
– rico em antioxidantes como o zinco, selénio, retinol, carotenóides e tocoferóis
– fonte de colina, elemento importante no correto desenvolvimento cerebral
– fonte de lecitina, elemento funcional e estrutural que protege as membranas celulares contra a acção dos radicais lives
Desvantagens:
– rico em colesterol (408mg/100g)
Nota: Apenas 30% da população é hipersensível ao colesterol proveniente da dieta. As recomendações atuais da American Heart Association (AHA) limitam o consumo de colesterol em até 300mg por dia para indivíduos saudáveis e 200mg para indivíduos em risco
– fonte de gorduras saturadas (2,7g/100g)
– conteúdo em factores antinutricionais como o ovomucóide (facilmente destruídos com a cozedura)
As vitaminas e minerais constituem a gema e as proteínas a clara.
Tendo em conta o enorme valor nutricional do ovo, a sua recomendação tem sido revista e a indicação é de que a ingestão de um ovo por dia é aceitável, principalmente se outros alimentos ricos em colesterol forem restringidos da dieta.
Para além da população sensível ao colesterol alimentar, os diabéticos deverão estar atentos aos seus valores sanguíneos de colesterol, uma vez que podem possuir anormalidades no mecanismo para o transporte de colesterol.
A opção nestes casos a título de prevenção poderá passar pela ingestão apenas da clara.
]]>